Dr. Gustavo Wandresen, especialista em reprodução humana em Curitiba
Cuidado individualizado em Curitiba

Reprodução humana em Curitiba, ciência e cuidado em cada decisão.

Perguntas e respostas
01

Quais são as taxas de sucesso?

As taxas de sucesso da FIV variam principalmente conforme a idade da mulher, a causa da infertilidade e a qualidade embrionária. Em geral, as taxas de gravidez por ciclo são mais altas antes dos 35 anos e diminuem progressivamente, com queda mais acentuada após os 40. Por isso, qualquer estimativa deve ser individualizada.

02

Quanto custa a fertilização in vitro?

O custo varia conforme a clínica, os medicamentos, a necessidade de ICSI, análise genética embrionária (PGT-A) e criopreservação. Pode haver cobertura parcial em situações específicas, além de atendimento em alguns centros públicos de referência. O orçamento deve ser personalizado após a consulta e a definição do protocolo.

03

Quais são os riscos e cuidados?

Como todo procedimento médico, a FIV envolve riscos que precisam ser discutidos individualmente, como síndrome de hiperestimulação ovariana e gestação múltipla quando mais de um embrião é transferido. O processo também pode gerar desgaste emocional, e o suporte psicológico é recomendado.

04

Por que escolher um especialista em reprodução humana?

O Dr. Gustavo Wandresen é especialista em reprodução humana, com atuação acadêmica na UFPR e na PUCPR, onde supervisiona uma liga acadêmica dedicada à área. A integração entre prática clínica e ensino contribui para um acompanhamento fundamentado em evidências científicas atuais.

05

Quanto tempo dura um ciclo de FIV?

Da estimulação ovariana à transferência embrionária, um ciclo costuma durar entre duas e quatro semanas. O prazo pode variar quando os embriões são congelados para transferência em um ciclo posterior.

06

FIV dói?

A punção folicular é realizada sob sedação, buscando evitar dor durante o procedimento. A transferência embrionária geralmente causa pouco ou nenhum desconforto e, em regra, não requer sedação.

07

Quantos embriões são transferidos?

Sempre que clinicamente apropriado, prioriza-se a transferência de um único embrião para reduzir o risco de gestação múltipla. A decisão considera idade, qualidade embrionária, histórico reprodutivo e normas vigentes.

08

Existe idade-limite para fazer FIV?

A possibilidade de tratamento depende da avaliação clínica individual. As taxas de sucesso diminuem com o avanço da idade, especialmente após os 40 anos, principalmente pela redução da quantidade e da qualidade dos óvulos.

09

Qual é a diferença entre FIV e ICSI?

A ICSI é uma técnica utilizada dentro da FIV, na qual um único espermatozoide é injetado diretamente no óvulo. Pode ser indicada, entre outras situações, em casos de fator masculino importante ou conforme o histórico laboratorial.

10

Transferência a fresco ou de embriões congelados?

Na transferência a fresco, o embrião é transferido no mesmo ciclo da punção. Na transferência de embriões congelados (TEC), a transferência ocorre posteriormente. A melhor estratégia depende da resposta ovariana, do endométrio, dos exames e do planejamento individual.

Conteúdo educativo elaborado pelo Dr. Gustavo Wandresen, especialista em reprodução humana. Este conteúdo não substitui uma consulta médica individualizada.

Possibilidades de tratamento
FIV

Fertilização in vitro (FIV)

Tratamento de alta complexidade no qual óvulos e espermatozoides são trabalhados em laboratório, com posterior transferência embrionária.

Entender o tratamento
IIU

Inseminação intrauterina

Técnica de menor complexidade que prepara o sêmen e o deposita no útero próximo ao período de ovulação.

Entender o tratamento
CRIO

Congelamento de óvulos

Estratégia de preservação da fertilidade que armazena óvulos para uma possibilidade de uso futuro.

Entender o tratamento
CP

Coito programado

Acompanhamento do ciclo e da ovulação para orientar o melhor período para as relações sexuais.

Entender o tratamento
Dr. Gustavo Wandresen, ginecologista especialista em reprodução humana em Curitiba
Sobre o especialista

Dr. Gustavo Wandresen

Ginecologista com atuação em reprodução humana, infertilidade conjugal, preservação da fertilidade e tratamentos de reprodução assistida em Curitiba.

Dr. Gustavo WandresenMédico — CRM-PR 22911Especialista em Reprodução Humana — RQE 28304
  • Graduado em Medicina pela Faculdade Evangélica de Medicina do Paraná (2006).
  • Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Universitário Evangélico de Curitiba (2006–2008).
  • Título de Especialista em Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia pela FEBRASGO/AMB.
  • Título de Especialista em Reprodução Humana pela FEBRASGO/AMB.
  • Mestre em Tocoginecologia pelo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC-UFPR).
  • Professor de Obstetrícia do Curso de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).
  • Professor do Departamento de Tocoginecologia do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC-UFPR).
Dúvidas frequentes

Respostas diretas sobre fertilidade.

Quando é recomendado procurar um especialista em reprodução humana?

Em geral, após 12 meses de tentativas sem gravidez quando a mulher tem menos de 35 anos, ou após 6 meses a partir dos 35 anos. A avaliação pode ser antecipada quando há ciclos irregulares, endometriose, cirurgia pélvica, alteração seminal conhecida ou outra condição que possa afetar a fertilidade.

Todo casal com dificuldade para engravidar precisa fazer FIV?

Não. A indicação depende da causa da infertilidade, da idade, do tempo de tentativa e dos objetivos do casal. Algumas situações podem ser conduzidas com orientação do período fértil, indução da ovulação ou inseminação; outras podem exigir fertilização in vitro.

Quais exames costumam fazer parte da avaliação de fertilidade?

A investigação pode incluir avaliação da ovulação e da reserva ovariana, ultrassonografia, estudo das tubas uterinas e espermograma. A seleção dos exames é individual e deve considerar a história clínica de ambos.

A idade interfere nas chances de gravidez?

Sim. A idade feminina se relaciona com a quantidade e a qualidade dos óvulos. Por isso, o tempo é um componente importante na avaliação, mas não é o único: cada caso deve ser analisado de forma completa.

O congelamento de óvulos garante uma gravidez futura?

Não. O congelamento preserva óvulos na idade em que foram coletados e pode ampliar possibilidades reprodutivas futuras, mas não garante gravidez. O resultado depende, entre outros fatores, da idade na coleta e do número de óvulos obtidos.

O primeiro passo é compreender o seu caso.

A consulta organiza a investigação, esclarece possibilidades e ajuda a construir um plano individualizado.

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