Para quem a inseminação pode ser considerada?
Ela pode ser discutida em situações selecionadas, como infertilidade sem causa aparente, alterações leves do sêmen ou dificuldades relacionadas à ovulação, desde que outros critérios sejam favoráveis.
- Pelo menos uma tuba uterina pérvia
- Quantidade e mobilidade espermática compatíveis
- Ovulação espontânea ou induzida
- Avaliação individual da idade e do tempo de infertilidade
Como o ciclo é acompanhado?
O crescimento folicular pode ser monitorado por ultrassonografia. Dependendo do caso, são utilizados medicamentos para estimular a ovulação e programar o momento da inseminação.
Quando a IIU pode não ser adequada?
Obstrução tubária bilateral, alterações seminais importantes e alguns cenários relacionados à idade, à reserva ovariana ou ao tempo de infertilidade podem reduzir a pertinência dessa técnica.
Perguntas frequentes
A inseminação é feita em laboratório como a FIV?
Não. Na IIU, apenas o sêmen é preparado em laboratório; a fecundação ocorre no corpo. Na FIV, a fertilização acontece em laboratório.
É necessário estimular os ovários?
Nem sempre. A decisão entre ciclo natural e estimulado depende da ovulação, do diagnóstico e do equilíbrio entre benefício e risco.
É preciso repouso depois?
Em geral, não há indicação de repouso prolongado. As orientações específicas são fornecidas após o procedimento.